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O cash flow operacional da EDP Renováveis registou um crescimento de 25%, para 491 milhões de euros nos primeiros 9 meses de 2011

O cash flow operacional da EDP Renováveis registou um crescimento de 25%, para 491 milhões de euros nos primeiros 9 meses de 2011

A EDP Renováveis (Euronext: EDPR), líder mundial no sector das energias renováveis e o terceiro maior produtor mundial de energia eólica, anunciou hoje que, nos primeiros nove meses de 2011 a produção eléctrica aumentou 22%, para 12,0 TWh. Durante os últimos 12 meses, a empresa aumentou em 953 MW a sua capacidade instalada, dos quais 604 MW foram adicionados no período entre Janeiro e Setembro de 2011 (cerca de 75% do aumento da capacidade previsto para o exercício anual de 2011). Comparativamente com o mesmo período do ano passado, a EDPR conseguiu manter o load factor em 28%, um dos mais altos níveis da indústria, evidenciando a qualidade e a diversificação da carteira de activos em exploração. Analisados por mercados geográficos, o load factor situou-se em 25% na Europa, 31% nos EUA, e 34% no Brasil.

Nos primeiros nove meses de 2011, as receitas e o EBITDA da EDPR aumentaram, respectivamente, 16% face aos 9M2010, em linha com o forte crescimento operacional, e a margem de EBITDA fixou-se em 71%. As receitas ascenderam a 769 milhões de euros, devido ao forte aumento da produção eléctrica nos EUA (mais 28% vs. 9M2010) e na Europa (com um aumento anual de 14%) conjugado com um notável load factor de 28%.

Os lucros líquidos entre Janeiro e Setembro de 2011 ascenderam a 63 milhões de euros, um valor 2,8 vezes superior aos 22 milhões de euros registados no mesmo período do ano anterior. O resultado líquido beneficiou de um forte crescimento operacional e de um maior período de vida útil dos activos. O cash flow operacional cresceu 25% em termos homólogos nos primeiros nove meses do exercício de 2011, cobrindo 95% dos investimentos efectuados no período em activos fixos.

Durante os últimos 12 meses, a EDPR levou a cabo uma reorganização da sua carteira de activos, que permitiu melhorar o seu perfil de risco e continuar a sua aposta em projectos de alta qualidade. A actual estratégia de financiamento da empresa permitiu controlar os custos de capital, manter o risco de refinanciamento em níveis reduzidos e diversificar as fontes de financiamento. Espera-se que o cash flow operacional continue a crescer, impulsionado pelo capital investido em projectos com visibilidade a longo prazo, preços acima da média e um bom load factor.